sábado, 1 de março de 2014

Não tenho palavras, mas me escute!

Oi, Pessoa.
Eu não falo.
Não tenho palavras, mas me escute!
Posso externar todo o meu amor, carinho, companheirismo, com meus latidos e abanando meu rabo toda vez que eu te ver, pois aprendi a te amar nos pequenos gestos, naquele seu afago às 6 da manhã e as 6

da tarde. Queria adivinhar teus pensamentos, gritar bem "Te amo!", mas sou tão bom em aguçar seus outros sentidos, que meu "Au-Au!" já exprime todo o meu sentimento. Sou um conquistador, reconheço.
Eu não falo!
Não tenho palavras, então me sinta!
Não posso externar com palavras toda a minha dor, minha febre de 40,3ºC, meu sangue pelo nariz e todas as fraquezas do meu corpo. Minha cela está tão triste, tem algo escorrendo pelo meu nariz, meus donos me chamam e eu quero sair! Estou gritando! Alguém me escute! Eu ainda não morri! Meu dono não desistirá de mim! E nem eu dele! Eu vou lutar até o fim! Ainda tenho que latir muito e espantar as visitas que chegarem na casa achando que podem reinar além de mim.
Me espera, amor, que eu tô voltando...


  

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Co(n)fete. Com Fé. Com Férias!!!

Finalmente, algo que eu esperava com muita Fé chegou. Fé...rias! :)))
Aproveitar as próximos dias para bolar um plano infalível e conquistar o mundo! (Cebolinha, eu te pego!)
Piadas internas, externas, brincadeiras que ninguém me tira:




Nunca uma imagem foi tão eloquente...

Enfim, vamos detonar?

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O bom filho a casa torna :)

E cá estou. Blog, te amo. Com o mesmo amor que as minhas lembranças guardadas em minha caixinha de guardados gozam.


(B;*)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pena

Devemos deixar de ter pena de nós mesmos
Lutar até o limite de nossas forças.
Aí (só) depois de muito penar,
Deixamos de ter pena de nossos olhos sofridos
E aceitamos a duras penas
O que a vida sem pena,
joga todo dia o dia todo.

domingo, 4 de março de 2012

Uau! Quase 1 ano sem postar por aqui...Que feio, Juliana. Tsc, tsc...


Mas o post que vai inaugurar 2012 por aqui é mais do que especial. Foi um dos momentos mais mágicos que tive na minha vida. Esse momento foi muito importante, me fez perceber que ficar num ninho de cobras venenosas durante mais de três anos valeu a pena. Se eu não tivesse passado por lá, eu não teria conseguido essa graça.



Foi a apresentação para o Encontro Ecumênico de Danças Cristãs, realizado no Teatro Paulo Pontes em 15/10/2008. A música é Simplesmente Amar, na voz de Walmir Alencar.
Esta é minha homenagem a Luciana, Cylene, Amanda, Ana Telma, Mylena, Sabrina, Niedja, Alexandre, Leomax e Rony. Porque só nós sabemos o quanto Deus foi fiel nesta apresentação e em toda a sua preparação. Porque naqueles três anos de convivência, a amizade de vcs foi a ÚNICA coisa majestosa que Deus me apresentou. Obrigada por tudo! Eu Simplesmente Amo vcs! =)









sexta-feira, 25 de março de 2011

Para Amy, você e eu

Ontem, terminei minha saga com a série Dawson's Creek. Realmente, uma das mais bonitas séries de todos os tempos. Sentirei muitas saudades. Ainda bem que posso mata-las, dando uma olhadela nos arquivos do computador ;)
Conseguir o seriado foi algo meio imáculado para mim. Eu não ousei ver nenhum episódio antes de realmente assisti-lo pra valer. Achava que estaria estragando a suspresa. Oh, yeah, eu sou boba. E daí?!
Daí que a série foi sempre uma das coisas que eu mais gostava de assistir nos meus momentos de entretenimento. Sempre as situações pelas quais Dawson, Joey, Jen e Pacey passaram, faziam com que eu pensasse em alguma area da minha vida. Os tinha como amigos à distância.
Essa coisa toda intocável com a série me rendeu uma baita emoção com o episódio penúltimo e o final. Chorei muito. Foi lindo, engraçado, alegre e triste. Uma genial mistura. Tão tocante que eu podia sentir a dor e a alegria de cada um. Transportei-me para Capeside.

Existem várias, é uma odisséia encontrar uma cena que não seja  linda entre 105 minutos do episódio final, mas acabei escolhendo a cena em que Jen, sabendo que ia morrer, deixa um video para que sua filhinha, Amy, possa ver no futuro. É simplesmente L-I-N-D-O!



"Oi Amy. É a mamãe.
Bem, qunado você vir isso, não estarei mais aqui. Sei que isso é um saco, para nós duas.
Já que não estarei viva para te atormentar, pensei em fazer uma lista das coisas que desejo para você. Bem, há as coisas óbvias: educação, familia, amigos. E uma vida cheia de coisas inesperadas.
Cometa erros...cometa muitos erros. Porque não jeito melhor de aprender e crescer, está bem?
Quero que passe muito tempo no mar, porque o mar a força a sonhar. E eu insisto que você, filha, seja uma sonhadora.
Deus? Eu nunca acreditei em Deus. Aliás, gastei muito tempo e energia, tentando provar que Deus não existe. Mas eu espero que você possa acreditar em Deus. Porque eu vim a perceber, meu bem, que não importa se Deus existe ou não. O importante é acreditar em algo, porque prometo que esta crença lhe aquecerá à noite. E quero que se sinta segura sempre. E, então, há o amor...
Quero que ame de corpo e alma. E quando encontrar este amor, onde quer que o encontre, quem quer que você escolha, não fuja deste amor. Mas não precisa correr atras, também. Seja paciente e o amor virá até você, eu prometo, quando você menos esperar.
Como você, como passar o melhor ano da minha vida, com a mais doce, mais esperta e mais linda menina do mundo. Não tenha medo, meu bem. E lembre-se: amar é viver." 


Dawson's Creek -  All Good Things… Must Come To An End (6x23/24)

terça-feira, 8 de março de 2011

Esperando a 4ª feira de cinzas? Entra na fila!



A semana foi ultramegacorrida. Num dos dias dela, me peguei no meio da minha papelada de trabalho, entoando, junto com uma amiga, como segunda voz, marchinhas como "Cabeleira do Zezé", "Aurora", entre outras.

No mesmo dia, a jornalista Raquel Sherezade (Yes?) apresenta essa bomba na TV, que se alastra por outros sites de relacionamentos, entretenimentos & Cia.

Caramba, Dona Raquel conseguiu definir bem o sentido (deturpado, meus sentimentos) da Festa da Carne, vulgo Carnaval.
Nem adianta eu querer trocar em muídos sobre o texto dela. Não tenho a bagagem de conhecimentos que ela tem (#realismonacabeça) e não quero, pois não há o que ser acrescentado.
Exprime o que muitas pessoas sentem (incluindo-me na lista). Estamos órfãos. O carnaval de outrora já não habita mais o nosso lugar. Ficamos com a madrasta cruel da futilidade e do total vazio de idéias construtivas. Peraí, deixa eu enxugar uma lágrima...

O feriadão foi(está) ótimo. Rever amigos, conversar, rir, namorar, torrar na praia, dormir, baixar filmes, enfim, DESCANSAR, que só isso que o carnaval (ao menos) serve a mim, porque eu já estava pedindo arrego na última sexta.

Saudades do céu. Saudades de outros tempos. De realidades não vividas, mas que deveriam ser uma grande magia. "Veja só que bom que era, ó, ó, Aurora!"

E ainda pra melhorar minha vida, dou de cara com uma palestra do Pe. Fabio, nos convidando a acabar com as fachadas de felicidade. (e pelo amor de Deus, não me levem para o lado religioso, que não cola!)

Tem noção de quantas pessoas já vivem com essas fachadas durante toda a vida? E quanto mais elas ficam presentes na 'maravilhosa' festa do Carnaval?

Que pena.

Realmente, ERA muito bom, Aurora. Mas agora eu prefiro dormir. É mais seguro e saudavel para meu corpo e minha alma.


E que venham as cinzas do Carnaval!


Amplexos

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Vida Longa a este blog (em 2011)...

- Sou a pessoa menos indicada para dar conselhos sentimentais. Todavia, parece que toda relação produz uma cota de decepções, insegurança e dor. Qualquer um que nunca foi magoado ou tem muita sorte ou é muito só. O segredo é superar.


- Como?

- Concessão mútua. Lágrimas. Aula de mergulho na escola local. Cada caso é um caso.

- E funciona?

- Não faço idéia. Não faço a menor idéia.



*********

- Por que não começamos com uma coisa bem simples? Algo que não necessite de registros, pára-quedas ou tanque de oxigênio.

- Está bom. O que, por exemplo?

- Dança comigo?

.

.

.

- Uma coisa de cada vez, Gale.



(Dawson's Creek, 1x8)



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(Isso deixaria Alice e tantas Alice's e Josh's felizes, com novo espírito para sorrir. Que seja . =)

As três linhas formadas só por três pontos, cada ponto ocupando sua linha é o ano que vem por aí. Não faço a menor idéia também, mas farei o possível para ser o melhor. Esta aí para o meu (e o seu) rabisco definitivo. E eu quero (e hei) de olha-lo, com muita alegria, em 31/12/2011.



*Que vc tenha 2011 motivos para ser feliz...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Perdão, Festão!

Perdoar-se é Libertar-se
É viver num eterno carnaval
É confete de felicidade
Teu sorriso largo espalhou serpentina

E quando tocar a nossa música
Aquela que entre risos e aperitivos
Olhavámos e gargalhavámos
Declarações que ninguém imaginara

Tantas festas passaram
Várias serpentinas atiradas
Dez pacotes de confetes no salão
Mas minha mãe queria não

Sinto muito, mamãe
Essas lágrimas vão estragar a maquiagem
E não vou querer que ele me veja assim
Eu não quero me ver assim

E agora a nossa música toca
Alguém joga confete bem na nossa cara
Que importa?
Nossos risos (e só)
Quem poderá significar o nosso significado?




P.S.: ;)

domingo, 26 de setembro de 2010

#Enquanto o coração bate, enquanto a cabeça lateja...

Como aceitar
Que o brilho dos meus olhos acabou
Que o Amor saiu a viajar
E não me disse se vai voltar

Como aceitar
Que minhas lágrimas rolarão sozinhas
Sem ninguem para enxugar
Que o que sobrou foi o opaco da dor?

Que vivo a caminhar
A me perder num fim de mundo
E mergulhar em mim
no rio opaco do meu opaco imundo

Que são as dores do peito
Saem? Não, entram!
Queimando sem pena
Transformando em cinza amena

Que agora se foi o colorido
Logo na chegada da Primavera!
E eu vivo a ludibriar a priminha:
"Vera, hoje não tem piscina nem festa!"

Que curte-se o Inverno prolongado
Minha cutis já não é de pêssego
Lágrimas fazem mal à pele
Depois de já terem arrasado a alma

E o pior, como entender?
Que é com você!
Que eu quero tudo
E não vejo nada?

domingo, 19 de setembro de 2010

Porque eu só posso olhar para céu...
Em seu vazio ocupado por azul, azul
Se em meio ao meu suspiro
Aquela estrela alcançar
Eu conto pra ela
Eu conto com ela
Mas não sei se ela sofreria por mim
Não precisa sofrer
Se o céu é o limite
Meus sonhos ficam ali....


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Inefável

Palavras dispensáveis
Gestos, atitudes, ações
Essas inefáveis

Tua cara de pena, teu choro explosivo
Dispensáveis
Olhos se olham, mãos que se apertam
Essas inefáveis

A resposta chama-se Amor
Verdade, humildade, traduções de ardor
Indispensáveis
Dessas inefáveis

A Cruz respondeu
ao clamor do Amor
Mas, ninguém ouviu
à lagrima inefável
o grande ardor

domingo, 29 de agosto de 2010

Vem logo, meu amor
Que o tempo escorre pelos meus dedos
Que os palmos de distância
não separem e acalmem essa dor

Vem logo, amor
Tenho um lençol quentinho
Quero sentir teu carinho
Contando as estrelas que existem no céu

Fica, carinho
As Avenidas, ruas e vielas nos aguardam
A chuva caindo
Molhando nossos beijos já molhados

Desalinho, carinho
Meus cabelos tem o teu cheiro
Teu peito já tem o meu perfume
E desalinho, agarrado feito tatuagem

Imagem minha
Minha imagem
Nossas vidas pra sempre entrelaçadas
Laçadas num abraço apertado

Eu te agarro
Eu acho, eu me perco
Não penso, logo esqueço
Que já é hora de acordar...

sábado, 24 de julho de 2010

2 Gumes

- Mas, e aí tu fazia o que da vida?
Era fim de tarde. Estava um friozinho gostoso na praia. Ele fitava a garota, sentado ao seu lado, estudando suas poucas expressões. Aliás, após a pergunta, ele não viu (nem ouviu) nada dela.
Ajeitando seus óculos "nerd", perguntou:
- Te fiz uma pergunta. E aí?
A garota era bonita, seus cabelos eram longos e iam de lá pra cá no inebriante balanço do vento. Seu sorriso parecia que exalava uma fragância. Dava vontade de ver (sentir) o seu sorriso sempre. Ela não olhava para os lados, apenas fitava o mar, como se estivesse estudando suas ondas. Sorriu, timidamente, e por fim, respondeu:
- Eu rasgava tecidos.
- Você... o que?
- Isso. Eu rasgava tecidos com facas. - Finalmente, ela virou para o lado e olhou sem sorrir para ele.
- Cara, que viagem! Desculpa, desculpa, foi mal aê o espanto. - Ele estava tentando melhorar sua conduta junto a moça.
- Não se preocupe. Já vi expressões bem mais ridiculas que as suas. - Brincou, piscando um dos olhos.
- Pô. Eu sei, eu sei. Eu sou rídiculo mesmo. - Ele sorriu, meio sem graça.
- Tsc, tsc...Rídiculo... - ela balbuciou, enquanto tirava uma mecha da frente do olho, que o vento insistia em colocar. - Deixa de ser bobo, nerd!
E riram. Ele sentia-se mais relaxado. Percebeu que a brincadeira não tinha incomodado a garota. Arriscou uma segunda pilhéria:
- Certo. Mas coitados das almas e dos sentimentos desses tecidos, né? Já pensou?! Cara, os coitados ficaram com feridas pra sempre. Objetos cortantes devem doer, hehehe. - E começou a dar risada da própria piada.
Ao ouvir aquilo, a garota ficou paralisada. Durou um milésimo de segundo. Serenou o semblante, ainda com os olhos fixos no mar e suspirou: - Eu sei que doi.
E mostrou a mão para o garoto. Sua palma e dedos eram cheios de cicatrizes e marcas. Uma lágrima estava em seu rosto.
- Eu só tinha uma faca de dois gumes sem cabo.

sábado, 10 de julho de 2010

Coração Arrebentado, ops, Acorrentado

- Eu acho que vc precisa se permitir mais...

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Eu começo a ter medo de mim mesma. E vejo que recebemos heranças, mas não nos é perguntado se a aceitamos ou não.
A coisa que eu mais odiava em alguém muito querido, eu também fazia em outro alguém querido.

Me sinto um monstro. Já não sei se posso companhia agradavel para alguém, sem depois feri-la com o que sou: um monstro!

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E a sentença do meu morto deve ter sido maior ainda morto deve ter sido maior ainda.
Mas cada calvário teu eu tomei como meu.
Fiquei na janela esperando a tal banda passar pra eu sair cantando mas não passou
ficou o banzo
e aquele choro soluçado da banda eu escutei que ela passara pela igreja e a praça
mas nem sei se foi e lá continuou o calvário
ia janela, janela ia
mas nada via
ja tinha pergutando a nosso senhor
"Pra que eu aqui, sinhô?"
"Espere um pouco mais, cumpra a sua pena. Eu sinto pena, mas quando se cria a dor, se cria e atura também"
E os dias viraram anos, arrastados pelo frio de um frio abrupto, outras vezes mascarado por um sono que eu rezava pra ser ultimo e eterno. E chora mais. E mais. Todo mundo vê, mas ninguem percebeo quão pesado é o ouro negro...