segunda-feira, 22 de junho de 2009

Boa Noite, Durma bem...

Encanta,
Em chamas
O coração perdido
Entrega, sem medo,
Em suaves cochilos
O pensamento engana
Me ganha
Não ganha
De sonhar tenho gana
Parede, teto,
As folhas das últimas cartas
Giz, Guache e Pincel
As mãos que desenham
um mundo de papel
Eles são sonhos
Estou com sono
Mas, ao raiar do dia,
De alegria infinita
Eu construo meu carrossel



Boa Noite, Durma bem...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

E a minha velha alma precisa criar alma nova...

Sou a criança
A esperar
A lágrima, espelho
alumia o sol
e o sol ilumina o dia
Mas...
O dia já foi.
Como?
Eu esperava ansiosa...
A lágrima, então,
Gosto de sal sem gosto
Mostra a carne crua
Do medo do não vi
Vontade de ter
Mas já foi
Minha velha alma
Despedaçada
Clama apenas com o olhar
A salvação
Para assim
Nova alma desabrochar...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

E na caixa de entrada...

O CAPIM

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

-Quantos rins nós temos?

-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro!? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - Ordena o professor a seu auxiliar.
-E para mim, um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: Dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral: A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes, as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou 'acreditarem' que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

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Observações:

1. "Conhecimento" pode ser substituido por cargos, funções, classes e tempos. E "Compreensão" vc pode usar (e abusar) de humildade, paciência e conteúdo. E por falar nesses três, alguém os viu por aí? Se sim, diga-lhes que estou com saudades!
2. Caracoles, como eu queria estar nessa sala de aula. Lá no fundão... =P
3. My dear, eu já almocei mais de 45452132 vzs depois de 13:30h. E que eu saiba, estou vivinha da silva. Com certeza, vc sobreviveria...
4. Nada a ver com post, mas quem não é da nata de melancia (não necessariamente a fruta), sofre sofre. E se ama, então... ¬¬
5. Ainda procuro algulha de costura ou fósforo. Quem tem? ;)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Efeito Dominó

Sabe aquele? Aquele mesmo! Ta fight, véi.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Fósforo ou agulha

Cansei. Quero Estourar Geral. Já não cabe mais em mim...

Fósforo ou agulha pode me dar; não se é de fogo ou de ar...

Durma medo meu - O TEATRO MÁGICO

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Responda com Amor

“Quando Jesus esteve aqui, Ele só quis uma coisa: que o mundo entendesse, que o mundo compreendesse, que o Amor era a Resposta, que o Amor era a Salvação.
Por que a gente ainda não entende? O que mais nós, humanos, precisamos para entender que só o Amor responde onde a Educação não chega, onde a Justiça não chega? Só o Amor é a Resposta.
Nosso Brasil está cheio de incongruências, intolerâncias, falta de Amor. Não há outra explicação. Se os seres humanos se amassem, se nós amássemos verdadeiramente o outro, nós nunca faríamos mal uns aos outros.”
KARLA FIORAVANTE, 16.05.2009




Por que a gente ainda não entende? [2]

sábado, 23 de maio de 2009

Tem horas que a vida da gente vira e reviravolta...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Dirty Dancing- Final Dance

 

Eu ainda vou ser a Jennifer Gray! =P  

domingo, 3 de maio de 2009

Tá olhando pra onde?

A vida apresenta-se de uma forma muito simples.
Nós é que tratamos de tornar-lá singela, complicada, interessante, deliciosa, amarga, provando durante todo o seu percurso por um ou vários desses estágios, como uma grande montanha-russa, do céu ao inferno, da dúvida a certeza, da tristeza a alegria, num grande rodopio de sentimentos extremos.
Você olha pra trás? Para o que já passou?
Se sim, o que você encontra?
A rua vazia e este cachorro com cara de "putz! caí do caminhão da mudança!"?
Muitas perguntas sem respostas de passados, as vezes, podem nos corroer...
Isso acontece com muitos de nós. Olhamos como esse cachorrinho. Tanta coisa que poderíamos ter feito e não fizemos. Isso nos faria mais felizes?
Ou fizemos coisas precipitadas. Comemos rápido demais, falamos rápido demais, julgamos rápido demais, CRESCEMOS (ou não) rápido demais.
E quando damos conta, tudo passou. E por mais vontade que tenhamos de voltar atras, o orgulho e a vergonha tendem a imperam. Será sempre assim?
Ainda me restam muitas perguntas sem respostas. Elas me machucavam. Muito. Hoje, não mais. Meras curiosidades que o ser humano tem. Quem sabe, eu terei as respostas. Quem sabe o caminhão da mudança não volte pra pegar o cachorrinho...
Eu ficaria tão feliz por ele... =)







terça-feira, 28 de abril de 2009

sexta-feira, 24 de abril de 2009



Papéis antigos, desenhos perdidos
Leves rabiscos de minhas fases
Emprego força ao máximo
Aos rasgões o faço, como sina de esquecer

Há muito queria estar aqui
Mergulhar no meu passado
Papéis, rabiscos, desenhos, misto
Misto de nostalgia e apatia
Da insanidade de velhos momentos
Das escrituras de meus tormentos

Orgulhosa, olho, espumante,
Os restos mortais de meu emaranhado
Aumentam e aumentam
Minhas mãos doloridas de tanto
Amassar passado
Doce ilusão,
Sei que tu perseguirás
por todo o sempre

Pôr fim a meus rabiscos
Não colocará fim ao meu passado
Meu passado é n'alma!
É ferida, colorida, fixa,
Que nem meus rabiscos mortais
Cinzas ou lápides,
essa incerta arte.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

No Tom...

Bem-Vinda!
(No tom mais irônico da saudação)
Estou tão feliz!
(No tom sínico da oração, periodo ou o que for...)
Obrigada!
(No tom mais triste da palavra. Uma lágrima teimosa apresenta-se no canto esquerdo do olho)

Realmente, na sua estante...

domingo, 29 de março de 2009

Tem dores espalhadas pelos porões
Nobres porões da minha casa
Ócio, a destruição, incenso e umas poucas palavras,
Nada, nada se parece com o que eu procurava

Subo e penso,
Desço e repenso,
E as dores estão lá, zombeteiras
A grafitar a parede do meu porão

Ah, malditas.
Malditas sejam as tuas tintas
Tinto é o sangue que escorre pelas vias
Tintando o porão da minha casa

Fecho a porta,
Trancadas sejam as sombras agora
Mas, Deus, perdi o segredo!
A grafitar, malditas zombeteiras

E tudo parece tão velho
E quero olhar para trás
Eu não posso, tintar o que está já rubro
Que me resta: Lágrimas ou prumo?

Permita-me não entender nada
Que meu sangue tinta
Que as sombras malditas tintam
Que o ócio e desconsolo imprimam

E eis, que adormeço
Tanto que o sangue tintou
Amanhã verei (?)
Em quantas tintas meu porão se transformou